Mosquito e pernilongo são termos gerais para designar diversos insetos da subordem Nematocera, especialmente os da família Culicidae.

Como os demais membros da ordem Diptera, os mosquitos possuem um par de asas e um par de halteres. As características da sua família também incluem o corpo esguio e patas longas.

Em geral, apresentam dimorfismo sexual acentuado: os machos apresentam antenas plumosas (como pequenas árvores de natal), e as fêmeas apresentam antenas pilosas e são muito mais corpulentas; em quase todas as espécies elas alimentam-se de sangue de vertebrados (incluindo o homem) para maturar seus ovários antes de pôr os ovos.

Há cerca de 2.700 espécies de mosquitos, organizadas em cerca de 35 gêneros. Muitas destas espécies são transmissores de doenças para o homem e animais domésticos, como por exemplo:

Culicidae:

Anopheles - malária

Aedes:

Aedes aegypti - dengue (Género: Flavivirus) e febre amarela (Género: Flavivirus)

Aedes albopictus - dengue e de vários tipos de encefalite equina

Culex - vários vírus de encefalite como o do Nilo ocidental (Género: Flavivirus).

Haemagogus - febre amarela (Género: Flavivirus)

Mansonia - Filariose

Psychodidae

Phlebotomus e Lutzomya - Leishmaníase

Existem também géneros inofensivos para o homem, como as belas Wyeomyia (Culicidae).

 

COMBATE AO MOSQUITO

As medidas recomendadas de combate ao mosquito (seja na fase jovem ou adulta) são:
a) de caráter permanente: drenagem, aterro, entelamento e uso do mosquiteiro; e
b) de caráter periódico: petrolagem, inseticidas, larvicidas, repelentes, inimigos naturais, etc.

O combate ao mosquito também pode ser apresentado segundo os tópicos seguintes:

1 - SANEAMENTO BÁSICO:

  • Drenagem de áreas alagadas;
  • Aterro de depressões que acumulem água;
  • Esvaziar recipientes com água acumulada (latas, vasos, etc.);
  • Roçar o mato próximo às residências;
  • Vedar fossas e reservatórios de água descobertos;
  • Clorar a água das piscinas;
  • Entelar os acessos ao interior das casas (portas, janelas, etc.);
  • Retirar o lixo dos córregos e valões; e
  • Usar mosquiteiros nas camas e redes.

2 - TRATAMENTO QUÍMICO:

  • Pulverização com bomba manual costal;
  • Nebulização com equipamentos portáteis (foto abaixo);
  • Atomização motorizada com neblina pesada ("fumacê");
  • Aplicações aéreas com aeronaves e Ultra Baixo Volume (foto abaixo);
  • Petrolagem ou o uso de petróleo ou querosene na água (larvas e pupas) ;
  • Produtos de uso domiciliar: aerosois, espirais, bombas manuais, repelentes líquidos, equipamento elétrico, velas repelentes e outros.

Fontes:  Wikipédia e UFRRJ